terça-feira, 1 de maio de 2012

Apenas ele.

Postado por textosdaleka às 13:48 0 comentários


Ficar em casa apenas assistindo a televisão estava se tornando algo muito chato, eu precisava sair, me distrair, precisava de algum pequeno contato com outras pessoas, a solidão que o inverno me trazia estava me deprimindo. Decidi então escovar meus cabelos, colocar uma calça jeans, um tênis e um casaco, e após fazer isso, saí de casa. Caminhava pelas ruas com as mãos no bolso, olhava para algumas vitrines e não notava nada de muito interessante. Quando estava preste a desistir e voltar, notei que no final da rua havia uma livraria aberta, eu como era obcecada por livros, não pensei duas vezes e corri para a livraria.

Ao adentrar na livraria notei que haviam alguns conhecidos nela e resolvi conversar com eles enquanto passava os olhos em todos os livros. Vi alguns livros de Agatha Christie, outros do Conde J. W. Rochester e outros que eu nem ao menos havia ouvido falar. Pensei até em comprar um dicionário de japonês que estava a venda, entretanto preferi não gastar meu dinheiro naquele momento, visto que pretendia gastá-lo com um novo jogo que havia acabado de lançar.

Continuei conversando com os meus conhecidos e percebi que eles até tinham uma conversa boa e prazerosa. Eles falavam a minha língua, eram inteligentes e não fúteis como a maioria das pessoas são, e aquilo havia me deixado à vontade. Comecei a me abrir mais e mais, a minha barreira estava sendo ultrapassada e quando perceberam, já conheciam o meu lado oculto, o meu lado risonho e alegre. Estava tão envolvida na conversa que nem percebi quando um homem entrou na loja e após um tempinho ficou me encarando.

Eu sentia seu olhar sobre mim, estava com medo de ser algum psicopata e já estava me preparando para correr o mais rápido possível quando saísse da livraria. Até que alguns dos meus conhecidos (e novos amigos) disseram que precisavam ir, e quando sobrou apenas um, resolvi ir embora com ele. Virei-me e tive uma surpresa.

Lá estava ele! O único homem que fazia meu coração disparar. Seus cabelos louros estavam um pouco mais compridos desde a última vez que o vi, seus olhos estavam mais azuis e brilhantes do que eu lembrava, e ele havia deixado a barba crescer. Meu coração começou a disparar novamente e eu já começava a me repreender. Não, aquele sentimento sufocante não poderia voltar. Eu odiava aquele sentimento que chamam de amor. Ele me sufoca, não me deixa respirar, ele me fazia ter vontade de beijá-lo, abraçá-lo, de tê-lo comigo por toda a vida e eu não queria aquilo. Queria a minha vidinha solitária, com poucos amigos, queria que minha barreira não fosse ultrapassada e o pior era que quanto eu mais lutava contra esse sentimento, mais ele crescia dentro de mim. Não havia escapatória, o amor havia possuído todo o meu corpo e era mais forte do que minha mente, era mais forte do que o meu desejo de estar sozinha.

Aproximou-se de mim com um sorriso e me perguntou se não sabia mais reconhecer um grande amigo. Amigo... Aquela palavra ecoava em minha mente várias e várias vezes. Amigo...

Quando eu menos esperava, ele me abraçou. Eu comecei a sentir o calor que emanava de seu corpo, sentia seu delicioso perfume invadindo minhas narinas, sentia seus braços trabalhados apertando o meu corpo, como se quisessem me proteger de algo, como se quisessem me proteger do mundo, como se quisessem erguer uma outra barreira ao meu redor. Já estava completamente envolvida em seu abraço, queria ficar ali durante todo o tempo do mundo, apenas sentindo o seu toque, mas infelizmente aquilo não era possível.

Separou-se de mim e me olhou nos olhos, parecia que ele conseguia ver através de meu corpo, parecia que ele lia meus pensamentos e conseguia ver a minha alma. Eu sentia como se ele soubesse de todo o sentimento que eu tinha por ele e via um carinho e ternura em seu olhar, parecia que ele sentia o mesmo. Envolveu-me em mais um de seus abraços e beijou o topo da minha cabeça, eu sentia as mesmas coisas que sentira antes, só que com mais intensidade, além de tudo sentia um enorme carinho envolvendo todo o meu corpo. Separou-se de mim novamente, agora com um enorme sorriso em seu rosto, não pude me conter e sorri também.

Acariciou me rosto por alguns segundos, segurou meu queixo e apertou seus lábios contra os meus. Meu corpo gelou, minhas pernas tremeram, meu coração parecia querer sair de meu corpo e correr pelo mundo afora. Finalmente pude sentir a maciez de seus lábios, finalmente pude me sentir completa e finalmente pude sentir minha barreira se quebrando em milhares de pedaços, aquela era uma sensação maravilhosa, uma sensação de liberdade e bem-estar. Após o pequeno toque de nossos lábios, abracei o homem de minha vida o mais forte que pude, para que ele nunca mais fosse embora. E ele nunca mais foi...
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Gostaram? Não? Deixem sua opinião, pois ela vale muito!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Conto de Natal.

Postado por textosdaleka às 22:27 0 comentários

Eu sempre odiei o Natal e nunca soube o porquê. Talvez fosse porque eu odiava os sorrisos falsos na troca dos presentes, ou talvez fosse por causa das músicas natalinas, que me deixavam louca. Como eu disse antes, eu realmente não sei. Não venha me julgar! Eu não odeio Jesus, pelo contrário, eu o amo. E não é por causa dele que eu fico indignada, e sim por causa dos humanos que fazem um monte de coisas, menos seguir os ensinamentos dele. Bom, eu não vim aqui para falar sobre o meu problema particular com o Natal e sim o que aconteceu no último.

Era véspera de Natal, já estava tarde da noite e eu estava voltando da casa de uma amiga. Estava muito frio, a rua estava totalmente deserta, temia que pudesse ser assaltada por algum moleque armado. Por causa disso, ao invés de andar, eu praticamente corria, desesperada para chegar em casa, e foi por causa desse desespero que eu não reparei num homem que estava bem na minha frente. Fui com tudo para cima dele, quase nos derrubei no chão, a nossa sorte foi que eu era (e sou) bastante leve e ele um rapaz com um bom reflexo.

Após o “pequeno” susto ele me olhou e perguntou se eu estava bem e o que tinha acontecido para ter ficado tão desesperada. Olhei bem nos olhos dele, sentia meu rosto arder de vergonha e pedi desculpas pelo terrível incidente, ele apenas sorriu e disse que era para ter mais cuidado. Eu apenas agradeci pelo aviso e reparei que eu o conhecia de algum lugar, só não lembrava qual. Ele também ficou me olhando como se me conhecesse e após um ou dois minutos ele deu um sorriso e me abraçou.

Tomei um pequeno susto e perguntei-lhe se ele estava maluco ou doente. Ele deu mais um sorriso e perguntou se eu lembrava dele, apenas neguei com a cabeça e finalmente fiquei sabendo de seu nome. Ele era o meu querido Gabriel Gomez, um amigo com quem eu estudei até a faculdade e por quem eu ficara completamente apaixonada. Só que ele estava tão diferente! Ele havia pintado o cabelo de preto, tirado os óculos e colocado lentes, começado a malhar e consertado os dentes. Estava tão diferente que eu nem sabia se era realmente ele, só tive a certeza de que era ele quando o meu coração bateu forte como sempre fazia.

Abracei-o mais forte que pude, sem pensar que fazendo aquilo poderia fazê-lo perceber o que eu sentia e comecei a conversar, contando todas as minhas novidades e ouvindo as dele. Puxei-o para um banco que tinha ali perto e ficamos conversando durante alguns minutos. Ele havia me dito que estava louco me procurando, pois queria falar urgentemente comigo e também disse que até pediu meu e-mail para minha mãe, mas a coitada disse que não fazia ideia do que era aquilo.

Papo vai, papo vem e com isso o tempo passou rápido demais, olhei para o relógio e vi que tínhamos ficado mais de uma hora conversando e disse para ele que precisava ir embora. Acompanhou-me até em casa para me proteger e também para aprender o caminho. Já em frente a minha porta, dei meu telefone e nos despedimos com um abraço.

Enquanto rolava pela minha cama tentando dormir, eu lembrava daquele pequeno encontro que havia feito meu coração quase pular para fora de meu corpo de tanta alegria. Também lembrava de todos os nossos momentos juntos, todas as besteiras e maluquices que fazíamos. E para dar um fim a todas aquelas lembranças, eu finalmente lembrei de como ele me fazia sentir. Ele me fazia sentir importante, especial e amada, e foi por causa disso (e por muitos outros motivos) que eu me apaixonei por ele e naquele momento pareceu que a paixão havia voltado junto com as lembranças.

Após todas essas lembranças eu finalmente pude dormir em paz, tendo uma noite sem sonhos. Quando acordei novamente sentia-me jovem, quer dizer, sentia-me adolescente. E, apesar de ser Natal, eu estava feliz. Fiz minhas coisas costumeiras e quando deu 12:00 minha querida mãe me ligou dizendo que era para eu ir a casa dela, disse também que se eu não fosse ela iria morrer e eu iria me arrepender. Sem outra escolha, me arrumei e fui até lá.

Chegando lá, vi que ela tinha feito um enorme almoço e tinha convidado muita gente, eu como sempre fui um pouco anti-social, fiquei horrorizada. Para minha sorte (ou azar), Gabriel também havia sido convidado, então eu passei quase o almoço inteiro perto dele. Após o almoço eu disse que precisava ir embora e perguntei se o Gabriel gostaria de me acompanhar, pois eu precisava falar em ele, ele aceitou e lá fomos nós a caminho de minha casa.

Conversávamos animadamente até que eu lembrei que ele havia me dito que precisava falar comigo, perguntei-lhe o que era e ele me disse que poderia falar uma outra hora. Eu sabia que ele estava mentindo, entretanto, se ele não queria me contar, o que eu poderia fazer? Isso mesmo! Insistir! Eu fiquei insistindo até ele bufar e me contar. Consegui, mas fiquei muito abalada.

Gabriel apenas olhou-me no fundo dos meus olhos e disse que sentia algo por mim. Contou-me que no dia de nossa formatura minha melhor amiga havia perguntado para ele o que o mesmo sentia por mim, ele respondeu que sentia algo especial, só que achava que não era correspondido. Minha amiga bateu-lhe na cabeça e disse que eu sentia o mesmo, disse também que se ele corresse para o aeroporto tinha chances de me pegar, antes que eu entrasse no avião. Infelizmente era tarde demais, eu já havia embarcado, rumo a Espanha, onde passaria quatro ou cinco anos.

Enquanto ouvia isso o meu coração saltitava, dava pulos e rodopios de alegria. Sentia-me nas nuvens até o momento em que eu fiz o favor de pergunta-lhe se ele ainda sentia o mesmo. Ele abaixou a cabeça e disse um “sinto muito”, com isso o meu coração quase parou e senti meu corpo caindo direto no chão e se quebrando como um espelho, meu mundo parecia ter caído e sentia as lágrimas querendo cair.

Por medo de que me visse chorar, virei para ir embora e corri, corri o mais rápido que pude até minha casa, sentia alguém correndo atrás de mim e mesmo com medo de ser algum assaltante, eu não me importei. Continuei correndo até que uma pedra entrou no meio do meu caminho e me fez cair no chão. Fiquei com muita raiva e tive vontade de xingar o mais alto que podia, infelizmente eu não consegui por causa da dor.

Alguém me levantou e perguntou-me se eu estava bem, perguntei-lhe se estava cego e se não podia ver que eu estava me contorcendo de dor. A pessoa disse que eu não havia mudado, que continuava a mesma velha chata e apressada, que nunca deixava os outros terminar uma frase e já tirava conclusões precipitadas. Olhei para ele e vi que ele sorria, perguntou-me se podia terminar a frase a partir do “sinto muito”, respondi que se era para me humilhar mais ele poderia parar por ali. Ele apenas riu e disse as seguintes palavras:

- “Eu iria dizer que eu sinto muito, pois o que eu sentia antes era algo que não chegava aos pés do que eu sinto agora, era algo tão pequeno como uma formiga, mas agora é bem maior que um elefante. Também iria te perguntar se você sentia o mesmo, contudo você foi mais apressada e saiu correndo igual a uma maluca. Acho que você faria sucesso se fosse atleta!”

Comecei a rir e a chorar ao mesmo tempo, era um turbilhão de sentimentos dentro de mim, sentimentos como amor, raiva, alegria e tristeza. Aproximou-se de mim, pensei que iria me beijar e mais uma vez ele me surpreendeu, ao invés de me beijar, me abraçou. Arregalei os olhos por algum tempo e o abracei o mais forte que eu pude. O resto você já sabe.

E apesar de odiar o Natal, aquele havia sido o melhor Natal de todos. Acho que finalmente fui uma boa menina naquele ano... 

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Sem ter você.

Postado por textosdaleka às 17:03 1 comentários


"Querido amigo,

   Soube que você vai se casar com a... Qual é mesmo o nome dela? Ah! Lembrei, Ester! Eu estou muito feliz por vocês e espero que vocês sejam muito felizes, pois merecem... Fora isso, estou escrevendo este e-mail para lhe 'dizer' duas coisas: a primeira é que não poderei comparecer ao casamento, estou com muitas coisas para resolver aqui no Brasil. Sabe como é, né? Minha mãe está doente e meu pai um pouco deprimido, ainda por cima aqueles papéis ainda não saíram, o que dificulta ainda mais, pois acho que não posso sair do país sem antes assinar aquele bendito papel. Tudo seria muito mais fácil se eu assinasse em algum lugar e desse 'Ctrl+C' e 'Ctrl+V', não é mesmo? Enfim, a segunda coisa que eu queria dizer era que... Era que... É melhor deixar pra lá. Sei que vai ficar curioso, mas é realmente melhor deixar pra lá, não posso te contar isso, ainda.
   Agora que já escrevi tudo o que tinha para 'dizer', chegou à hora da despedida.

            Beijos,
                        Lais."

Lais acabara de escrever o e-mail e lágrimas reprimidas escorriam pelo seu rosto, molhando levemente sua blusa. Ela queria contar, queria contar para ele o que estava guardando dentro de seu peito há algum tempo. Infelizmente ela não podia, não agora faltando apenas um mês para o casamento, ela sabia que além de estragar o casamento dele, ela estragaria a vida dele e a sua amizade. Mesmo que não tivesse seu amor, mesmo que não fosse acordar todos os dias ao lado dele, mesmo que as flores que ele levaria para casa não fossem pra ela, ela ficaria feliz. Tudo o que realmente importava para ela era a felicidade dele, mesmo que para isso ela precisasse abrir mão da sua.

Preparou-se para dormir e teve uma noite sem sonhos. Acordou, cuidou da casa e finalmente acessou seu e-mail, onde já tinha a resposta de seu amigo. Era um e-mail pequeno, simples e direto, dizendo que ele sentia muito, pois não queria se casar sem a sua melhor amiga presente. Disse também que sentia muita saudade dela, que se sentia muito triste e sozinho sem a presença dela, disse que Ester estava muito ocupada escolhendo os vestidos e finalmente se despediu pedindo que sua querida amiga voltasse logo.

Estava se sentindo mal, dentro dela dois sentimentos opostos se misturavam: a alegria e a tristeza; Chorava e sorria ao mesmo tempo, chorava de tristeza e sorria de alegria, pois ele ainda assim precisava dela. Naquela noite ela se deitou pensativa, ficou pensando por horas até chegar em uma conclusão: ela seguiria em frente e continuaria com a amizade dele, mesmo que no fundo fosse doloroso. Naquela noite ela dormiu tranqüila.

O tempo passou, ela conseguiu ir ao casamento e lá fez uma grande amizade... O destino começava a entrar em ação... 

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Explicações.

Postado por textosdaleka às 13:06 0 comentários
Vim novamente pedir desculpas por não ter escrito esses dias. Minha escola está dando muito trabalho e está me cansando muito! É uma semana trabalho, outra semana teste, trabalho, prova e mais trabalho. Isso cansa muito! Enfim, eu estou muito triste com uma pessoa e mesmo que seja uma chatice, preciso desabafar.

Ontem fui visitar um blog de uma conhecida e vi que ela copiou quase todos os meus textos e nem ao menos creditou! No meu entendimento essa pessoa colocou como se fossem dela e isso me deixou muito triste e revoltada. A pessoa colocou TUDO, até as fotos que eu uso para 'enfeitar'. E é por isso que eu estou muito, muito revoltada!

Agora, mudando de assunto, só vim aqui explicar o motivo de não ter postado esse tempo todo e desabafar um pouco. Tenho que sair, pois vou tomar um banho e ir pra aula de violão :], beijo e fiquem com Deus.

domingo, 26 de junho de 2011

Para sempre juntos.

Postado por textosdaleka às 15:31 3 comentários
Antes de começar, peço a todos que lerem um comentário, seja ele um elogio ou uma crítica. Isso me deixaria muito feliz. Sei que o texto pode estar ruim, mas espero que gostem.





‘“Aquela casa (ou melhor, mansão), eu estava novamente naquela casa. Andava pelos corredores segurando em uma das mãos a câmera que mamãe havia deixado para nós (para mim e meu irmão), temia que a qualquer momento algum fantasma pudesse aparecer atrás de mim. Segurava uma lanterna em minha outra mão. Minhas mãos estavam trêmulas, a sorte é que não estava me atrapalhando. Andei mais um pouco, virei num corredor à esquerda e vi uma grande porta, abri e vi uma grande escadaria. Resolvi descer e chegando no meu destino, percebi mais um grande corredor.

Andei mais um pouco até que senti um enorme calafrio e uma presença bem atrás de mim, sentia um vento frio vindo direto na minha nuca, como se fosse uma respiração, me virei lentamente e a vi novamente. Era a mesma mulher com seu kimono preto totalmente rasgado e em seu rosto, ao invés de olhos, havia buracos e o sangue escorria dali, na verdade isso não acontecia, apenas tinha a marca de sangue, deixando bem claro que antes de morrer haviam colocado aquela máscara que tinha pregos na região dos olhos.

Peguei rapidamente a câmera com as duas mãos, posicionei na mulher e tirei uma foto de seu rosto, ela gritou e veio enfurecida na minha direção, tirei mais algumas fotos e ela finalmente sumiu, deixando apenas a impressão de que eu estivera sozinha o tempo todo. Andei mais um pouco e senti meu corpo congelar, aquilo não era possível! Ele estava ali, bem na minha frente, meu querido e amado irmão estava me olhando. Ele parecia estar me convidando para um abraço, um abraço cheio de saudade.

Mas algo me prendia no mesmo lugar, um sentimento de culpa, um sentimento que estava guardado dentro de meu peito há algum tempo. E que tentarei contar rapidamente o motivo daquele sentimento que me sufocava.

Há dois anos meu irmão havia ido numa mansão, verificar sobre o paradeiro de um novelista que havia desaparecido. Após algumas investigações, descobriu que o novelista havia ido para aquela mansão. Meu irmão, como disse no início, foi para lá e também havia desaparecido. Decidi ir atrás dele, eu nutria um sentimento muito forte pelo meu irmão, sempre fomos muito unidos. Desde criança eu via e ouvia coisas que ninguém podia e ele era o único que me apoiava, que me ouvia e que não me tachava de louca.

Então assim que eu notei que ele havia sumido, procurei qualquer coisa que me desse alguma pista e descobri que ele havia ido para aquela mansão. Já na mansão descobri que os morados faziam coisas terríveis lá. Uma delas é que eles pegavam uma garota “pura”, colocavam em uma grande pedra, amarravam os membros superiores e inferiores, amarravam também no pescoço, finalmente amarravam as outras pontas em bois e faziam os mesmos puxarem os membros da garota. Isso era conhecido como o “Ritual de Estrangulamento”.

Um dia os rituais deram errado e o chefe matou a família inteira, se matando depois. Fazendo com que ali nascesse uma maldição e por várias vezes os fantasmas me atacavam, só conseguia vencê-los graças à câmera de minha mãe. Essa câmera “selava” os espíritos. E quanto mais eu adentrava na mansão, mais eu descobria sobre eles e constantemente via meu irmão.

Na quarta noite, quando eu já sabia de tudo, finalmente estava na hora de colocar o espírito mais revoltado para descansar em paz, seu nome era Kirie (uma mulher). Depois de algumas fotos (pra não dizer várias), finalmente havia terminado e consegui me salvar. Infelizmente falhei na missão de salvar meu irmão, deixando-o para trás naquela mansão.

A partir daí comecei a criar um sentimento de culpa. Eu havia sobrevivido e meu amado irmão foi deixado para trás. E naquele momento ele estava na minha frente, me olhando com olhos tão convidativos...

Virou de costa para mim, continuando seu caminho, me deixando ali, sozinha, sem mais ninguém. Foi nesse momento que eu finalmente comecei a correr até ele e decidi me juntar a ele e dessa vez para sempre.’”

- Diário de Miku Hinasaki.

sábado, 11 de junho de 2011

Just a dream.

Postado por textosdaleka às 23:05 2 comentários
Acho que o título foi bem sugestivo... Enfim, espero que vocês gostem e por favor: comentário não mata ninguém! Além de não matar ninguém, ele me deixa feliz! 

XX


Sentia um vento levemente frio entrando pela minha janela totalmente aberta. Mesmo estando com um pouco de frio, eu me recusava a colocar um agasalho. Naquele momento eu estava sentada em minha cama e abraçava meus joelhos, meu olhar estava fixado nas belas estrelas que brilhavam intensamente no céu escuro. Fiquei mais alguns minutos nessa posição e quando finalmente me levantei para colocar um agasalho, a campainha toca. Esperei mais alguns minutos, ninguém havia atendido. Sem outra escolha, decidi colocar a preguiça de lado e desci.

Enquanto descia lentamente, percebi que eu não conhecia muito bem aquela casa. Era totalmente diferente da minha, só o quarto que era parecido. Aquela era uma casa de dois andares, um tanto quanto luxuosa e espaçosa. Na minha pequena caminhada pude perceber alguns quartos, salas e vasos de plantas espalhados por todo o andar. Quando desci as escadas pude ver uma cozinha ao meu lado direito e uma sala ao meu lado esquerdo.

A cozinha era com pisos claros, as paredes também claras e os móveis cor tabaco. A geladeira, o fogão e etc pareciam ser tudo de primeira. Lá também havia alguns vasos de plantas. A sala tinha pisos e paredes brancos, o sofá era em couro preto, a estante era cor tabaco. Na estante tinha fotos, um aparelho de DVD, uma televisão grande e um Home Theater. E também tinha duas portinhas que guardavam algo. Tinha um vaso de planta em casa lado da estante... Só não digo mais, pois não lembro.

Finalmente cheguei na porta e quando abri vi a pessoa mais querida e especial para mim. Seu nome era Daniel e ele era meu amigo virtual até algum tempo atrás, e naquele momento estava bem na minha frente. Naquele momento a única coisa que eu consegui fazer foi abraçá-lo bem forte, abraçá-lo como se o mundo fosse acabar e após alguns minutos me separei dele. Uma alegria enorme tomou conta de mim e eu não conseguia deixar de sorrir. Entretanto esta alegria durou pouco, ele teve de partir e só me visitou para avisar que havia chegado na cidade e que no dia seguinte poderíamos conversar horas e horas.

Nos abraçamos novamente e ele foi embora. Fechei a porta com um sorriso de orelha a orelha e me preparei para subir novamente. Quando iria começar a subir as escadas, percebi que a televisão estava ligada sem ninguém assistir. Soltei um pequeno suspiro e me aproximei lentamente. Pude perceber que havia alguém deitado no sofá e assim que vi me aproximei da pessoa para ver seu rosto.

Seu rosto estava perdido entre os seus cabelos escuros, pude ouvir um pequeno ronco e tive uma grande vontade de rir bem alto. Após conseguir controlar a vontade de rir, afastei seus cabelos e percebi que dois olhos negros e sonolentos me observavam. A pessoa me perguntou o que eu queria, eu disse que nada e pedir desculpas por acordá-lo. Ele se sentou e se espreguiçou, em seguida tirou seus cabelos da face e eu finalmente consegui ver seu rosto.

Era ele. O homem que eu amava estava bem na minha frente. Naquele momento eu havia esquecido de tudo e meu corpo congelou, senti minha face ficar um pouco quente e meu coração parecia explodir a qualquer momento. Eu queria gritar, abraçá-lo e dizer que o amava com todas as forças, mas eu não conseguia. Não conseguia me mover, não consegui expressar qualquer reação. E ele me olhava curioso. Perguntou o que havia acontecido e eu apenas respondi que nada, em seguida perguntou porque eu estava daquele jeito tão estranho, eu respondi que não havia acontecido nada.

Ainda me olhava curioso quando se levantou e me olhou nos olhos como se soubesse que eu estava mentindo. E quando eu menos esperava, ele deu um sorriso e me abraçou com delicadeza, como se eu fosse quebrar ou desmanchar. O abracei também e me senti de um jeito que eu nunca havia me sentido antes.

Só que minha vista escureceu de repente e quando percebo, eu estou abraçada no meu travesseiro, vestindo o meu pijama com patinhos desenhados e meus cabelos completamente bagunçados. Fiz uma careta e me espreguicei. Percebi uma pequena carta e nela estava escrito o seguinte:

"Gisele, como você estava dormindo tão bem, resolvi não te acordar. O pijama do patinho ficou muito bem em você e vê se prenda o cabelo na próxima vez. Peço também que se o travesseiro estiver babado que você troque a fronha. Com amor, mamãe”.

Desculpas.

Postado por textosdaleka às 19:42 0 comentários
Sei que quase ninguém deve ler meu blog, mas mesmo assim gostaria de vir aqui pedir desculpas por ter sumido e deixado isso aqui totalmente parado. O único motivo de ter feito isso é que estou no último ano da minha escola e isso tem tomado quase todo meu tempo (embora eu não faça nada dentro de casa), então além do meu tempo, isso levou toda a minha inspiração embora.

Bom, agora não tenho mais nada pra dizer. Oh sim! Quero dizer também que tentarei escrever um texto hoje ou amanhã e também que tentarei escrever com mais frequência.

Agora sim eu disse tudo e vou me despedir. Espero que os poucos que leiam este blog possam me desculpar. Desejo um ótimo dia e que Deus abençoe a todos!

domingo, 22 de maio de 2011

Poema de Vinicius de Morais.

Postado por textosdaleka às 18:56 2 comentários
Vasculhando meu livro de Português, achei um poema lindo do poeta Vinicius de Morais. Não sei porque, mas eu tive vontade de postá-lo aqui, espero que gostem. A única coisa que eu não sei é se vocês conhecem e o nome do poema. De qualquer forma, achei legal postar aqui.

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Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Meu destino em suas mãos.

Postado por textosdaleka às 16:34 0 comentários
(Aninha, obrigada pela ajuda no título)


O sol nascia no horizonte, junto com ele aquela mulher se levantava. Todos os dias era a mesma coisa: ela se levantava, fazia sua higiene pessoal, tomava uma xícara de café que sua empregada fazia, e finalmente ia para a varanda tomar seu café e sentir a brisa fria tocando-lhe no rosto. Ficava apoiada nas grades de sua varanda, seus cabelos ficavam soltos e balançando com o vento, seus olhos fechados apreciando a brisa, todos que observavam ela naquele jeito a achavam encantadora e ela era. Uma jovem encantadora de beleza exuberante e ao mesmo tempo exótica. Ah, como ela tinha pretendentes!

Era conhecida como a mulher mais difícil de se conquistar, ninguém na empresa onde trabalhava havia conseguido marcar apenas um encontro. Ninguém entendia porquê ela nunca havia namorado, achavam realmente estranho uma mulher jovem, atraente e cheia de vida sem nenhum namorado, já haviam suspeitado que ela era homossexual, todavia a mesma não demonstrava ser. Todos achavam que ela precisava ter um namorado, suas amigas já tentaram por várias vezes arranjar alguém para ela, só que ninguém sabia que ela tinha apenas um único segredo que só Deus sabia. Na verdade, não era bem um segredo.

Havia se apaixonado perdidamente por um homem que nem sabia de sua existência, amou ele com todas as suas forças e prometeu para si mesma que o amaria por toda a eternidade e esperaria que um dia tivesse a oportunidade de conhecê-lo. O tempo passou e isso nunca havia acontecido, nunca. Agora, já era uma mulher adulta e havia dito para si mesma que iria esquecer desse amor de adolescente, só que isso nunca aconteceu. Dia após dia seu amor crescia mais e isso a impedia de qualquer tipo de relacionamento, mesmo querendo com todas as forças arrumar alguém e deixar o passado para trás...

Naquele dia ela acordou com uma preguiça enorme de sair para trabalhar, enquanto tomava seu café pensava se ligava ou não para a empresa e dizer que não estava se sentindo bem. Sabia que se não fosse sentiria um peso na consciência e mesmo assim queria muito passar aquele dia em casa. Abriu seus olhos e decidiu ir ao trabalho, colocou o café na pia da cozinha e se arrumou para trabalhar, já pronta foi para a empresa. A empresa onde trabalhava era uma gravadora bem famosa e ela era assistente do dono, naquele dia iriam receber três celebridades de outros países que iriam gravar um CD.

Chegou na empresa e deu "Bom-dia" para seus colegas de trabalho, rapidamente chegou no quarto e último andar da empresa, e entrou na sala de seu chefe que já estava esperando-a, pois a presença dela era necessária na pequena reunião. Entrou na grande e bela sala, todos ali presentes dirigiram seus olhares para ela. Seu chefe deu um pequeno sorriso e disse que ela estava um pouco atrasada, e que não havia nenhum problema. A jovem olhou para seu chefe e para as celebridades, seu corpo gelou e não conseguia acreditar.

Lá estava ele, o homem que ela sempre amou, o primeiro que conseguiu fazer seu coração disparar. Ele estava a alguns metros dela e a única coisa que ela queria era abraçá-lo fortemente, abraçá-lo e nunca mais soltar. Sabia que não podia, sabia que certamente seria despedida, sabia que ele talvez nunca mais quisesse olhar para a cara dela, naquele momento ele estava tão perto e ao mesmo tempo tão longe. Seu chefe notou que ela havia ficado paralisada e rapidamente chamou a atenção dela, a mesma ficou constrangida e rapidamente pediu desculpas.

Seu coração parecia a ponto de explodir, sua respiração estava levemente acelerada e por sorte ninguém havia percebido aquilo nela. Rapidamente cruzou a sala, tentando se controlar e se pôs ao lado de seu chefe, começaram a acertar as coisas. Por várias vezes olhava para aquele homem, ali tão perto dela, era só esticar o braço e tocá-lo, por várias vezes sentia flutuar nas nuvens enquanto ouvia sua voz calma e grossa, por várias vezes tentava não respirar e sentir o perfume dele.

Até que em algum momento seus olhares se cruzaram, ele percebeu que ela rapidamente olhou para seu bloquinho e com uma mão tirou uma pequena mecha de cabelo que teimava cair sob seu rosto, e percebeu também que sua face obteve uma coloração avermelhada. Seu chefe olhou rapidamente para ela e pediu que trouxesse quatro xícaras de café, a mesma assentiu e assim que saiu daquela sala respirou fundo, caminhou até o final do corredor e preparou o café, em seguida voltou para a sala e distribuiu o café.

Não conversavam mais sobre o contrato que estavam fazendo, conversavam sobre coisas diversas e assim que ela chegou distribuindo o café, seu chefe disse que ela poderia ir para sua sala. Rapidamente serviu o café e praticamente foi correndo para sua sala, lá se jogou na cadeira e suspirou. Ficou alguns minutos sozinha e pensando, até que ele bateu em sua sala. A mesma não entendeu o motivo dele estar fazendo aquilo, ele apenas disse que queria conversar com alguém, já que estava se sentindo excluído naquela conversa.

Compreendeu, pediu para que ele entrasse e disse que poderia ficar a vontade. E foi daquele dia em diante que ela finalmente pôde se considerar a mulher mais feliz do mundo, agora ele estava mais perto ainda e finalmente poderia se abrir para alguém. Iria para a gravadora todos os dias e conversava com a jovem e encantadora assistente, era uma mulher incrível. Poderia começar qualquer tipo de relacionamento com ela, entretanto tinha duas coisas que o impedia.

A primeira era que ele iria embora em alguns meses e a segunda era que ele estava noivo, amava muito sua futura esposa. E no seu último dia, antes de ir embora, foi se despedir de sua querida amiga. A abraçou, disse que ela era muito especial, deu um beijo em sua testa e finalmente se foi. Ficou novamente sozinha, sem ninguém no mundo, seu coração doía e não sentia mais vontade de viver, ele parecia tão perto e estava tão longe. Ele se foi e chegaram os dias sombrios, sem luz e sem felicidade.

Os anos passaram e a ferida em seu peito parecia ainda maior, muito maior do que já estava quando ele disse que iria partir em algumas semanas. Anos se passaram e a felicidade parecia cada vez mais longe dela. Não conseguia mais sorrir, só no trabalho e todos sabiam que no fundo ela estava sofrendo muito. Estava tão diferente da garota que era há algum tempo, um pouco fria com os rapazes e muito amiga de todas as mulheres.

Até que um dia perdeu a vontade de viver.

Então, quando estava prestes a se matar, a campainha toca. Abriu e era ele radiante, com os braços abertos, esperando a mesma abraçá-lo. E pela primeira vez, em anos, sentia seu coração se encher de esperança de finalmente ser feliz. Ele entrou e se sentou no sofá com ela em seus braços, explicou tudo o que havia acontecido. Continuava com a carreira de cantor e havia se separado de sua mulher, pois não achava certo estar com uma pessoa e amar outra. A convidou para ir com ele aonde ele for, ela aceitou e ela finalmente pôde sonhar com um final feliz.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Momento de paz.

Postado por textosdaleka às 11:13 0 comentários
Há lugares que gostaríamos muito de estar num momento de fúria, tristeza ou mágoa. Seja este lugar um jardim magnífico, um castelo de cristal ou uma clareira que dê para ver o pôr do sol sentado em cima de uma grande rocha. Toda pessoa, ou quase todas as pessoas tem essas vontades de sumir, ir para um lugar distante e ficar sozinhas consigo mesmas, refletindo sobre a vida. Confesso a vocês que também sou assim, sempre que estou triste, furiosa ou magoada, viajo para um lugar secreto, mas que agora não vai ser secreto.

Peço a todos vocês que não contem este segredo para ninguém, ou se quiserem podem contar, não há problema nenhum, a única coisa que peço é que só contem para as pessoas que realmente precisarem. Como irão saber se precisam? Eu não faço a menor idéia, seu coração lhe dirá. Agora irei lhes dizer que lugar magnífico é este.

Este lugar magnífico e perfeito é aquele que está em sua mente, este é o segredo. Não compreende? Faça uma pausa de poucos minutos, imagine um lugar que você está em paz, um lugar que lhe deixa feliz e alegre, um lugar que te faça bem. Agora se imagine caminhando ou correndo por este lugar, com um sorriso nos lábios e sentindo o vento tocar-lhe na face. A paisagem? A paisagem é aquela que você mais gosta.

Pode ser um pequeno rio, límpido como o céu, um rio raso que de para ver peixes coloridos, em volta só grama e árvores. Perto do rio um balanço pendurado em uma árvore esplêndida com folhas douradas por causa do sol, um balanço em que você pode se sentar e se balançar para frente e para trás, sentindo o leve vendo acariciar teu rosto e balançar teus cabelos.

Imagine-se num caminho por entre árvores coloridas e bastante altas, algumas flores rosas, folhas vermelhas e amareladas caem em suas cabeças. Agora, você está caminhando lentamente sentindo uma brisa gélida, provocando uma sensação boa de frio, até que quando você menos percebe o caminho acaba, só tem árvores e parece que por entre as folhas ecoa um som, um som calmo e tranqüilizante de uma cachoeira.

Uma cachoeira límpida e cristalina onde passa um arco-íris, você acaba adorando e senta sobre a grama verde, molhada e macia. Passam alguns minutos até que você finalmente decide e acaba tomando um banho de cachoeira, quando nota percebe que já chegou o pôr do sol e finalmente sai da cachoeira. Percebe também que ao redor há algumas árvores frutíferas e resolve comer algo.

Finalmente anoitece, o céu está estrelado e a lua é refletida na água, que naquele momento estava calma. Você está deitado, sentindo novamente o vento tocar seu rosto, e você percebe vaga-lumes, belos vaga-lumes pelo céu, deixando aquela paisagem ainda mais bonita. Você acaba adormecendo.

Resumindo: você pode imaginar qualquer lugar, qualquer lugar perfeito que você gostaria de estar, basta apenas imaginar aquele lugar lindo que lhe deixe em paz. Ou então, basta mentalizar a imagem de Jesus Cristo, aquele que morreu por nós, na minha sincera opinião tudo nele traz uma imensa paz de espírito.

Para terminar, quero lhes dizer que espero ter ajudado em alguma coisa. E se vocês já conheciam este segredo, peço desculpas se os decepcionei. Só vim lhes dizer isto e lhes desejar uma ótima semana, que Deus esteja com vocês.
 

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